A globalização da economia ou "Big Mac" versus "Misto Quente"

Salvador Ghelfi Raza

Abstract


O problema com a discussão da globalização da economia é que ela pode conduzir a um mesmo debate estéril tal como a preferência dos consumidores pelo sanduíche "tupiniquim" ou por sua versão global. Ou seja, o perigo consiste no abandono da análise crítica em favor da discurssão de banalidades do dia-a-dia, que só possuem alguma significância em face da frágil  bagagem cultural dos debatedores, sem nada acrescentar.

Assim, é importante salientar, logo de início, que o prpósito deste artigo é fomentar a discussão desse complexo fenômeno que, tal como os escritos de Clausewitz, "é muito citado, mas pouco entendido".

Pretendemos apresentar a variância das posições que vêm sendo assumidas nas discussões acadêmicas. Para isso, lançaremos mão de duas fontes: a primeira é um artigo de Paul Valley, publicado no jornal londrino "Independent" em 27 de setembro de 1995 e a segunda é um editorial do caderno especial da revista "The Economist", denominado "War of the Worlds", publicado também em Londres em outubro de 1994. A menção a esses periódicos é importante para referenciar os argumentos que serão apresentados, já que, em muitos pontos vamos fazer uso da tradução literal.

Para "nívelar" o conhecimento inicial, vale a pena, também, apresentar algumas características que tipificam o que vem a ser a chamada Globalização da Economia, mas sem a pretensão de definila.


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