Indústria naval de defesa: possíveis obstáculos para a exportação de navios de guerra

Eugenio Campos Huguenin

Abstract


Atualmente, o governo brasileiro busca, por meio do fomento das exportações de produtos de defesa, o desenvolvimento e o fortalecimento da sua Base Industrial de Defesa, reduzindo sua dependência das encomendas das Forças Armadas e das oscilações do orçamento de defesa. Entretanto, a dependência tecnológica do Brasil em equipamentos de defesa sensíveis deixa-o suscetível à imposição de restrições pelos Estados mais desenvolvidos, principalmente ao tratar-se de plataformas de combate navais. Por outro lado, a formação de grandes conglomerados de defesa, a partir da década de 1990, e o dilema que recai sobre os Estados mais desenvolvidos, entre exportar para fomentar a indústria ou controlar a exportação em prol da segurança nacional, podem reduzir as chances de restrições impositivas internacionais. Assim, ao incentivar as exportações de navios de guerra, o Brasil deve estar preparado para um mercado competitivo, possuindo alternativas para serem empregadas em uma eventual imposição internacional. Porém, o sucesso dessa estratégia de incentivo às exportações dependerá fundamentalmente do apoio governamental brasileiro, que contribuirá na busca de clientes, diplomacia e acordos.


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