Três ciclos da Marinha do Brasil

José Augusto Abreu de Moura

Abstract


A Segunda Grande Guerra surpreendeu o Brasil e a Marinha com o enfrentamento de um conflito mundial quando antes só se cogitava dos contextos regional e interno, forçando a dependência de forças estrangeiras para a realização da defesa e para sua preparação no pós Guerra. O esforço de atualização da Força que se seguiu, nos anos 1960, procurou modernizá-la, mas atendo-se à tradicional centralidade da proteção do tráfego marítimo e ao condicionamento da bipolaridade vigente. O esforço de atualização seguinte é o atual, com a legitimidade da Estratégia Nacional de Defesa, sendo que a centralidade da defesa contra ações de projeção de poder objetivando plataformas e outros ativos litorâneos e a ausência de condicionamentos externos constituem diferenças básicas em relação ao anterior. Além disso, a necessidade de criar novos meios e estruturas como o submarino nuclear e sua base lhe confere muito maior complexidade.

 


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